Maracanã

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terça-feira, 27 de maio de 2014

sonhando com tulipas...


Trago comigo um sonho lindo...um dia vou ver um campo enorme bem florido repleto de tulipas coloridas...talvez esse lugar fique na Holanda. Ou em Holambra, no Brasil. A delicadeza dessas flores me atrai, comove, remete ao filme Pão e Tulipas que assisti há uns anos atrás.  Uma mulher, a Rosalba, tipica dona de casa italiana, descobre a liberdade de ser e viver. Instala-se em Veneza e passa a trabalhar numa floricultura. Deixa marido e filhos para trás.  Apaixona-se por um garcom. Este, quando ela vai embora, arrependida e volta para sua família,  acompanha um ramo de tulipas que se despetalam sobre a mesa. E resolve buscá-la quando cai a ultima pétala da flor. Uma linda história.  Goso de rever.
Tulipas são esperança de amor e vida.
Cida Torneros

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Blog da Cida Torneros: 7 selfies na espreguiçadeira, na manhã de sexta-f...

Blog da Cida Torneros: 7 selfies na espreguiçadeira, na manhã de sexta-f...: Minha calçada tem uma espreguiçadeira que me acolhe. Como agora, nesta manhã de sexta-feira,  em que me aquieto em fu...

Compramos sapatos! caminhamos mais!

Eram os anos 80 ou 90. Já se passaram décadas. Eu e minha amiga Denise pegamos um onibus executivo e fomos passar os feriados de semana santa no Rio Grande do Sul. Lá nos esperavam duas amigas dela, Aida e Marilze. Foram 25 horas de estrada, pra ir e voltar. Uma aventura inesquecível sem direito a reprise. Já voltei lá algumas vezes mas de avião. Ela também. Passeamos muito naquela ocasião, Porto Alegre, Gravataí, Gramado, Canela com direito ao famoso café colonial e uma visita na fabrica de sapatos Cristofoli. Festival de preços baixos, compramos sapatos pra nós, família, amigos, num frenesi embalado pelo boon das exportações de calcados brasileiro, bem anterior à avalanche dos produtos made in China. As quatro esbanjavamos esperança naqueles dias. Continuamos assim, nossa vidas mudaram, separações, novos casamentos, trocas de trabalhos, de cidades, crescimento de filhos, mas ainda somos pessoas que lutam, constroem, ousam e caminham. Nossos pés sempre estão calçados com sapatos que nos ajudam a ultrapassar barreiras, seguindo em frente. Bom rever esta foto e perceber que desbravamos estradas ao longo dos ultimos 20 ou 30 anos, com garra, pensamento positivo d fé em dias melhores, sempre! Cida Torneros

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O Japão que conheci em 1972

Eu me iniciava na profissão. Nunca tinha saído do Brasil, meu pai me ajudou a providenciar o passaporte e lá fui eu, sozinha, aos 22 anos, ser correspondente, por alguns meses, naquele país tão exotico, misterioso, fascinante, cujo maior desafio, para mim, era a diferença cultural. Milhões de tradições, histórias, as marcas da segunda grande guerra, e, pelas ruas de Tóquio, as mulheres em trajes tradicionais, com seus quimonos. Uma aventura, um mundo diverso, hotéis ocidentalizados, costumes que tentei absorver, as vistas ais templos shintoistas, a grandeza do Palácio imperi as l, cujo imperador era Hiroito. Reportagens cavadas com a ajuda dos funcionários da embaixada brasilrira e eu abastecia, semanalmente, a revista O Cruzeiro. Mandava fotos e laudas datilografadas através da tripulação da Varig. Sem ddi, falava com meus pais, por telefone, uma vez por semana, aos domingos. Um Japão que caminhava rumo à intensa tecnologia, já tinha seu primeiro trem bala, ligando Tóquio a Osaka. Foi uma experiência sem igual. Houve a inauguração da agência do Banco do Brasil em Toquio. Uma festa à qusl compareci vestida de quimono. Uma ousadia quase uma gafe, mas, fiquei muito feliz. Foi a forma que encontrei de homenagear aquele povo tão organizado, gentil, inteligente e trabalhador. Bom lembrar de tantos momentos que vivi ali. O show do Jorge Bemjor, com o trio Mossoró, na boite Copacabana, por exemplo. E a visita ao estúdio de um canal de tv. Também a entrevista que fiz com uma gueixa de 54 anos, que era gueixa desde os 13. Um dia, jantei com um deputado brasileiro, nissei, que me convidou para comer barbatanas de tubarão, um prato inusitado. Mas, o melhor de todos que provei lá foi o sukiaki que comi com o Fotógrafo Tetsuia Abe e sua esposa, num restaurante simples e acolhedor. O Japao de 1972 era assim, um encanto e muitas surpresas que me renderam boas reportagens. Cida Torneros

anoitecer

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Blog da Mulher Necessária: Espanholas

Blog da Mulher Necessária: Espanholas






Blog da Cida Torneros: Pic-nic, buscando a natureza!

Blog da Cida Torneros: Pic-nic, buscando a natureza!: Em novembro de 2013, fui com um casal de amigos, fazer um pic-nic, na reserva florestal do Grajaú.  Levamos frutas,  mate, sanduiches e...




Blog da Mulher Necessária: Momentos tão bonitos Roberto Carlos

Blog da Mulher Necessária: Momentos tão bonitos Roberto Carlos

Às vesperas dos 65, mudanças?

Acho que o ato de me fotografar, me olhar de frente, nesta manhã de sexta-feira, maio de 2014, tem a ver com o sentimento corajoso de assumir os 65 que estão chegando em setembro. E, quando setembro vier, que mudanças terei promovido, em minha vida, que possam fazer bem, de um modo geral, a mim, aos que me cercam, e à humanidade? Sou agulha no palheiro, um ser comum, egoísta muitas vezes, rondando o próprio umbigo, com dívidas financeiras, mas, digamos que enfrento os leões apesar de tudo, e se não os venço, pelo menos, os entretenho, ganho tempo, vou sonhando em vencer, algum dia, e ganhar a tal paz que apregoam por aí.  Já tive vaidades bobas, que, à sua época,  pareciam justificáveis.  Maquiagens, mudanças de cor na cabeleira, roupas na moda, sapatos deslumbrantes, bolsas variadas, tudo isso foi perdendo o sentido. Livros continuam a ser objetos amados e desejados. Amores de parceiros, estão num limbo, são desilusões mas também boas lembranças,  muitas vezes. Minha convivência com a velhice avançada da minha mãe ê aprendizado constante, perplexidade, aceitação,  lamento, mas tem seu lado realista, pego suas frases no ar, perdoo seus arroubos revoltosos, acolho minha própria velhice, olho-me no espelho, observo meu rosto nas fotos, vejo os detalhes das mudanças. Melhor que ver é sentir. Sinto as limitações e também as acolho. Terei alcançado o necessário grau de compreensão para o ciclo repetido. Sem medos, afinal, apenas vivendo um dia de cada vez, e, agradecendo tantas chances de recomeço,  tantas mudanças no caminho, de humor e de residência,  de propositos e expectativas,  de  atitudes e de alimentação,  de crenças e de sentidos diante do impermanente estado de coisas que infestam minha cara, no retrato, de algumas manchas na pele, próprias do tempo,  ruguinhas conquistadas com a expressão,  brilho velado em olhos que nao se cansam de reconhecer que as mudanças acontecem para seguir em frente. Cida Torneros

Bom dia!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Femme...

contra-ataque do amor: Femme...: Ser fêmea, em questão de sentidos, é um apanhado de singularidades, emoções, e nem está, definitivamente, atrelado ao gênero, mas ao c...




quarta-feira, 14 de maio de 2014

Roberto Carlos lamenta a morte do afilhado, Alexandre Pessoal, filho de Erasmo Carlos

Roberto Carlos lamenta a morte do afilhado, Alexandre Pessoal Cantor postou foto no Instagram com o filho de Erasmo Carlos: 'Muita paz e muita luz' O DIA Rio - Durante todo o dia, famosos usaram as redes sociais para homenagear o filho de Erasmo Carlos, Alexandre Pessoal, que morreu nesta quarta-feira. Roberto Carlos, que era padrinho do rapaz, publicou uma foto antiga e lamentou a morte precoce do músico. 'Meu querido afilhado, Nosso Deus de bondade te dê muita paz', escreveu o Rei na legenda da foto Foto: Reprodução Internet "Meu querido afilhado, Nosso Deus de bondade te dê muita paz, muita luz, muito amor, te proteja e te abençoe", escreveu o Rei na legenda da imagem publicada no Instagram. A morte de Alexandre Pessoal, a quem Erasmo Carlos chamava de Gugu, foi confirmada na tarde desta quarta-feira. De acordo com familiares, os órgãos do cantor - que teve morte cerebral após sofrer um acidente de moto na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, na última sexta-feira - serão doados. Tags: Roberto Carlos , Erasmo Carlos , Acidente , Filho , Morte , Alexandre Pessoal Notícias Relacionadas Roberto Carlos lamenta a morte do afilhado, Alexandre Pessoa...

Blog da Mulher Necessária: A crônica que escrevo devedora da própria emoção‏

Blog da Mulher Necessária: A crônica que escrevi devedora da própria emoção‏



Em maio de 2009

terça-feira, 13 de maio de 2014

boa noite!

estar feliz assim é ser ... não é ter

Blog da Mulher Necessária: Antonio Molina y Diana Navarro cantan Una Paloma Blanca

Blog da Mulher Necessária: Antonio Molina y Diana Navarro cantan Una Paloma Blanca

educação para as meninas

Os jovens da Toca de Assis

TOCA DE ASSIS FAZ 20 ANOS NO BRASIL ================================================ CRÕNICA/ MISSÃO Os “franciscanos” Lucas e Tobias Maria Aparecida Torneros Cruzei com eles em Búzios. Um andava descalço, me disse que sua vida anterior fora em Belo Horizonte, antes de abraçar a missão de se dedicar aos pobres. Adotou o nome de Tobias, usa o corte de cabelo igual aos primeiros seguidores de Chico de Assis, o santo católico italiano que desafiou os poderosos, ao defender pessoas abandonadas e animais, há séculos atrás. O outro, que me perguntou se podia brincar, fazendo uma careta alegre na foto que tiramos, chama-se Lucas, veio das bandas de São Paulo. Contaram-me que vivem na cidade praiana fluminense, numa casa de acolhida a gente que é recolhida nas ruas de cidades como o Rio de Janeiro, entre outras. Quando perguntei como são essas criaturas que eles cuidam, sua expressão era de compaixão e amizade. Tobias definiu: “nossos irmãozinhos que vem das ruas, em sua maioria, sofreram muito e alguns precisam lutar contra o vício do álcool. Na casa, temos recebido homens entre 40 e 70 anos e vivemos somente de doações. Aceitamos roupas e alimentos, além de medicamentos, concluiu”. Conversamos sobre outras coisas mundanas, como por exemplo o hábito de andar descalço nas ruas, ou a fuga das suas vidas anteriores, ou ainda sobre o resgate da causa dos degredados, dos excluídos, dos chamados “zeros” à esquerda. Os dois jovens sorriam mansamente enquanto me respondiam. Olhares plácidos, simpáticos, atenciosos, me pediram que indicasse nomes para que incluissem nas suas orações. Agradeci. Dei alguns nomes. Senti-me pequenina diante da grandeza do seu gesto de enfrentar as agruras do seculo XXI como instrumentos da paz cristã. Seguem à risca a oração famosa do Mestre, consolam onde há desespero e onde há ódio, levam amor aos corações. Imagino que todos os dias devem reforçar suas crenças nos exemplos de Franciso, Antônio e Clara, entre tantos, que fundaram alicerces de dedicação ao próximo na era moderna. Os filhos de S.Francisco seguiriam a pé. Podiam pegar um ônibus em direção à casa onde vivem e trabalham, mas não levam dinheiro e se precisam de algo, pedem, são pedintes da caridade alheia. Quando ofereci o dinheiro para que pegassem um transporte, só aceitaram a quantia exata correspondente ao valor das passagens. Mas, como eu não dispunha de dinheiro trocado, e teriam que ficar com o troco, foi mesmo muito difícil convencê-los que eu não queria a sobra. Podiam levar, eu argumentei. Entretanto, os meigos rapazes foram comigo ao jornaleiro e a um bar na tentativa de trocar a nota de 10 reais. Alegavam que só precisavam tres reais e 60 centavos e que não era certo ficarem com o resto. Em dado momento, tive a luz. E o pão? Não tinham que comprar pão para os habitantes da casa? Pois que passassem numa padaria e gastassem o restante da quantia em pães para os irmãos. Que retornassem à casa levando aproximadamente seis reais de pão. Era uma doação que eu estaria fazendo, falei. Lucas e Tobias me beijaram as mãos e o rosto. Foram-se com seu passo lento. Agradeceram. Legaram-me uma profunda lição. Deixaram-me a lembrança da foto do nosso encontro. Muito mais, me exemplificaram sobre a renúncia ao mundo consumista. Despedimo-nos e segui para encontrar minhas amigas que me esperavam no restaurante. Ao entrar e sentar para almoçar, agradeci o prato de comida, repensei sobre o dinheiro, revi conceitos sobre o amor e a missão que damos às nossas vidas. Alimentei o corpo, embora a alma já tivesse se alimentado de sabedoria e desprendimento. ( Maria Aparecida Torneros, jornalista, escritora, mora no Rio de janeiro, onde edita ol Blog da Mulher Nercessária.).

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA ROGAI POR NÓS


salve o Egito!


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Jair Rodrigues canta Disparada


Jair Rodrigues, o sorriso do Brasil, gravou Samba Mesmo, como último trabalho








Jair Rodrigues morreu, vitima de enfarte, deixando um legado único na Musica Popular Brasileira. Um mito nacional, o cantor de sorrisommais lindo.

Em dez entre dez rodas de samba, Jair Rodrigues é conhecido pelo sorriso largo, jeito extrovertido de malandro e, como gosta de  dizer, "que vive plantando bananeira por aí".
Em Samba Mesmo, trabalho editado em dois volumes que acaba de lançar, o cantor de 75 anos surpreende quem espera ouvir o samba suingado e alegre que o consagrou.
No novo álbum, ele empresta a voz rouca a sambas-canções, chorinhos, boleros e serestas que falam de amores sofridos, despedidas e abandonos. A surpresa é constatar que a mesma voz que canta a alegria em rodas de samba também sabe dar cadência à tristeza e à melancolia de mesa de bar.

Clássicos da MPB

Os dois álbuns  têm 26 músicas  que nunca foram gravadas pelo cantor em  55 anos de carreira. São três faixas inéditas e 23 clássicos da MPB.

O primeiro volume apresenta Fita Amarela (de Noel Rosa), É (de Gonzaguinha), Esses Moços (Lupicínio Rodrigues), Bom Dia, Tristeza (de Adoniran Barbosa e Vinicius de Moraes) e Conceição (de Jair Amorim, gravada por Cauby Peixoto).

O segundo traz releituras de Das Rosas (de Dorival Caymmi), Como é Grande o Meu Amor por Você (de Roberto Carlos), Tortura de Amor (de Waldick Soriano), Trem das Onze (Adoniran Barbosa), O Mundo é um Moinho(de Cartola), A Noite do Meu Bem (de Dolores Duran).
"Com 55 anos de carreira, conheço o repertório desde Carmen Miranda, a Francisco Alves, Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Ângela Maria, Cauby Peixoto. Quando comecei, esse era o repertório que a gente cantava na noite. Depois, gravei as minhas  e comecei a fazer sucesso com elas. Cada artista tem que ter seu repertório", afirmou Rodrigues, cheio de graça, por telefone.

A ideia de apresentar esse  lado pouco conhecido do cantor foi do filho, Jair Oliveira, que assina a direção artística do projeto realizado com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. "Meu pai tem três discos, do final da década de 1970 e início dos anos 1980, que são de seresta,  lindos, espetaculares. Eu cresci com esses discos, tive uma paixão enorme por eles pelo fato de meu pai cantar isso muito bem. Geralmente as pessoas não conhecem esse lado", explica Jairzinho, como é conhecido o cantor, compositor e produtor musical.
Ele e a irmã Luciana Mello cantam com o pai a faixa No Rancho Fundo (de Ary Barroso e Lamartine Babo). "No Rancho Fundo é praticamente uma valsa. De repente a gente fez um samba maneiro, ficou bem clássico", explica Jair Rodrigues.
De Chico Buarque, de quem é fã declarado, o sambista regrava Apesar de Você, mas sem a conotação política que a música teve outrora. Durante a ditadura, Jair passou longe das atenções dos militares e dos que faziam música de protesto.

"Eu tenho essa felicidade de dizer que nunca mexeram comigo, nunca mexi com eles. Sempre levei a minha carreira numa boa. Cada macaco no seu galho", arremata com o verso do sambista  baiano Riachão.
Da Bahia

Além de Caymmi, Jair Rodrigues canta músicas de dois sambistas baianos:  O Ouro e a Madeira,  de Ederaldo Gentil, e Se Você Deixar, de Roque Ferreira, uma das inéditas do álbum. As outras duas inéditas são Todos os Sentidos, de Martinho da Vila, e Força da Natureza, do próprio Jair, em parceria com Carlos Odilon e Orlando Marques.
"Conheci o Caymmi em vida, a gente estava sempre se encontrando. Ederaldo Gentil, todas as vezes que eu ia em Salvador, a gente sempre se encontrava junto com Edil Pacheco, Roque Ferreira e tantos compositores. Essa rapaziada da Bahia, lembrou Jair.

sábado, 3 de maio de 2014

Canciones da minha vida


Ainda bem, sempre me pego a festejar, intimamente, a mistura de origens que correm em meu sangue latino, brasileiro, índio,  africano, espanhol,  português.  Essa coisa de ter raizes difusas, ora pendendo para a cadência de um bom samba, ou para a nostalgia de uma balada hispânica.

Tantas "canciones" trago comigo, por décadas,  aspectos da minha formação mixada em as sons e palavras, frases de amor, festejos, carências e lamentos. Umas vezes eu as acolho com âmago,  noutras, as disperso com espontaneidade de adolescente e curto seus desvelos de passionalidade. Nas novelas do cotidiano, o sentimento do mundo segue, apaziguado pelas notas musicais, acho.

Nada a acrescentar depois de ouvir ou cantar um boa canção. Ela tem linguagem própria,  é plena de mensagem, ajeita os neurônios,  acomoda a alma inquieta,  solta as amarras do tempo, eleva a dimensão espiritual, faz esquecer as dores físicas e/ou afetivas, é medicamento contumaz.

Nestes dias, assisti na tv Futura, o documentário sobre o coral Young at heart, americano, que existe há mais de 30 anos, e, cujos participantes costmam ter, em média,  73 anos.

Eles dão lição de vida. Cantando I got you, por exemplo, no Japão,  o grupo que viajou tantas milhas, alguns com maus de 90 anos, acrescentam energia às canções da minha vida.

Cida Torneros

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: "Maria Aparecida Torneros da Silva"
Data: 03/05/2014 08:36
Assunto: "Canciones" de minhas raízes, ainda bem!


Ainda bem, sempre me pego a festejar, intimamente, a mistura de origens que correm em meu sangue latino, brasileiro, índio,  africano, espanhol,  português.  Essa coisa de ter raizes difusas, ora pendendo para a cadência de um bom samba, ou para a nostalgia de uma balada hispânica.

Tantas "canciones" trago comigo, por décadas,  aspectos da minha formação mixada em as sons e palavras, frases de amor, festejos, carências e lamentos. Umas vezes eu as acolho com âmago,  noutras, as disperso com espontaneidade de adolescente e curto seus desvelos de passionalidade. Nas novelas do cotidiano, o sentimento do mundo segue, apaziguado pelas notas musicais, acho.

Nada a acrescentar depois de ouvir ou cantar um boa canção. Ela tem linguagem própria,  é plena de mensagem, ajeita os neurônios,  acomoda a alma inquieta,  solta as amarras do tempo, eleva a dimensão espiritual, faz esquecer as dores físicas e/ou afetivas, é medicamento contumaz.

Nestes dias, assisti na tv Futura, o documentário sobre o coral Young at heart, americano, que existe há mais de 30 anos, e, cujos participantes costmam ter, em média,  73 anos.

Eles dão lição de vida. Cantando I got you, por exemplo, no Japão,  o grupo que viajou tantas milhas, alguns com maus de 90 anos, acrescentam energia às canções da minha vida.

Cida Torneros

young at heart in Japon


Blog da Mulher Necessária: Juan pardo Bienvenida señora

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